LANÇAMENTO EM PRIMEIRA MÃO!

O professor e historiador Dr. Luciano Everton Costa Teles apresenta sua nova obra: Crônicas Políticas em Tempos Sombrios (2020–2024).

O professor e historiador Dr. Luciano Everton Costa Teles apresenta sua nova obra: Crônicas Políticas em Tempos Sombrios (2020–2024).

O novo ministro da Educação, o senador eleito Camilo Santana (PT), assumiu o cargo na segunda-feira (2), no auditório do edifício-sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF). Integrantes da diretoria do ANDES-SN estiveram presentes na cerimônia de posse do novo ministro junto com representantes de outras entidades sindicais, de movimentos sociais e estudantis, educadoras e educadores, governadoras e governadores, ministras e ministros e parlamentares. Ler mais

A recém-lançada pesquisa de opinião revelou “A cara da democracia” do nosso país: 14% da população é indiferente à circunstância de estarmos ou não num regime democrático; e 15% admite a ditadura em algumas circunstâncias. Os números, isoladamente, chamam pouca atenção, mas, quando combinados, evidenciam que quase 30% do povo brasileiro não tem apego à democracia duramente conquistada em passado recente. Ler mais

A região da América Latina e do Caribe retrocedeu mais de uma década em termos de educação devido à pandemia de covid-19, alertou o Banco Mundial nesta quinta-feira, pedindo medidas “para salvar uma geração”. Ler mais

Representantes do ANDES-SN, Fasubra e Sinasefe, entidades que representam docentes, técnicos e técnicas das Instituições Federais de Ensino (IFE), participaram, na tarde do último sábado (21), da Reunião Ampliada Unificada da Educação. A atividade aconteceu no hotel San Marco, em Brasília (DF), em formato híbrido – presencial e remota -, e avaliou as condições de uma greve unificada na Educação, construindo uma pauta em comum. Além disso, o encontro reforçou a necessidade de continuar a mobilização das servidoras e dos servidores públicos federais (SPF) pelo reajuste salarial emergencial de 19,99%. O ANDES-SN transmitiu a reunião pelas suas redes sociais. Você confere o encontro na íntegra aqui.

A educação domiciliar é rejeitada por 80% dos brasileiros, conforme pesquisa DataFolha, publicada nesta semana. Ainda assim, deputados federais bolsonaristas vêm se articulando na Câmara dos Deputados para afrouxar o texto do projeto de lei que regulamenta a modalidade no país.
Os governistas pressionam para colocar a matéria em regime de urgência para que não precise passar por aprovação nas comissões e possa ser votada direto no plenário.
Por enquanto, o Centrão resiste à proposta dos aliados de Jair Bolsonaro para permitir que crianças sejam ensinadas em casa.
Aos parlamentares governistas basta que os pais possuam ensino médico completo.

Projetos elegem educação como arma contra o racismo
Os 134 anos da abolição oficial da escravatura no Brasil ainda serão lembrados neste 13 de maio sob a vigência de um quadro preocupante. Dados do Atlas da Violência 2021 apontam que 77% dos homens assassinados no Brasil e 66% das mulheres são negros. Os números — muito superiores à representatividade dessa população, que alcança 56% dos brasileiros — mais uma vez escancaram a perpetuação da desigualdade racial, enraizada no Brasil em dimensões históricas, culturais e socioeconômicas.

Desfinanciamento da educação pública é projeto do capital
Por Gilson Reis
Há algumas semanas, o jornal Folha de S. Paulo noticiou que, ao mesmo tempo que libera verbas para aliados, o governo Bolsonaro trava a liberação de R$ 434 milhões para prefeituras de todo o país, deixando paradas construções, reformas e melhorias de escolas. Os valores são referentes a 1.369 municípios e 1.780 obras já pactuadas entre os respectivos governos municipais e o federal. As prefeituras estão aptas a receber o dinheiro; o MEC (Ministério da Educação), contudo, não paga.

Mais da metade da população está insatisfeita com a gestão do ensino público no Brasil, de acordo com pesquisa feita pela Conectar Pesquisas e Inteligência em parceria com a organização Todos Pela Educação. Segundo o levantamento, cerca de 58% dos entrevistados dizem estar “insatisfeitos” ou “muito insatisfeitos” quando avaliam a conduta do Governo Federal na área da educação e 54% se dizem “insatisfeitos” ou “muito insatisfeitos” com a educação oferecida pelos governos estaduais.

Em queda nos últimos cinco anos, o gasto público com educação atingiu em 2021 o menor patamar desde 2012, segundo estudo divulgado na semana passada pela organização não governamental Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).
Em 2021, o valor das despesas autorizadas em educação (R$ 129,8 bilhões) foi cerca de R$ 3 bilhões superior ao de 2020 (R$ 126,9 bilhões). Mas a execução financeira foi menor (R$ 118,4 bilhões), indica o estudo (os valores, obtidos no Portal Siga Brasil, do orçamento federal, foram corrigidos pela inflação).